Combate Aedes: O melhor caminho é a prevenção!

A população brasileira vive em estado de alerta quando o assunto são as doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypiti. O inseto é vetor da Dengue, Zika e Chykungunya, doenças que podem variar o risco de moderado até altamente perigoso.

As formas de transmissão e alguns sintomas são similares, mas é possível diferenciar na hora do diagnóstico. Veja abaixo as características de cada doença: 

Dengue: A principal forma de adquirir a doença é a picada do mosquito Aedes aegypti, mas, a dengue também pode ser transmitida por transfusão de sangue. Além desses casos, há registros de transmissão vertical, de gestante para bebê.  Os sintomas geralmente começam com febre alta (39° a 40°C), de início repentino, acompanhada de dor de cabeça, dores no corpo e articulações, prostração, fraqueza, dor atrás dos olhos, erupção, coceira na pele, náusea, vômitos e perda de peso. A forma grave da doença inclui dor abdominal intensa e contínua, vômitos persistentes, sangramento de mucosas, entre outros sintomas.
 
Zika: A transmissão da Zika ocorre a partir da picada de um mosquito Aedes aegypti infectado. Os principais sintomas são dor de cabeça, febre baixa, dores leves nas articulações, manchas vermelhas na pele, coceira e vermelhidão nos olhos, porém, há muitos casos de infectados que não desenvolvem manifestações clínicas. Outros sintomas menos frequentes são inchaço no corpo, dor de garganta, tosse e vômitos. 
 
Chykungunya: Assim como as outras enfermidades, a Chikungunya é uma doença transmitida pelo mosquito Aedes aegypti. Seus principais sintomas são febre alta, dores intensas nas articulações dos pés e mãos, além de dedos, tornozelos e pulsos. Pode ocorrer ainda dor de cabeça, dores nos músculos e manchas vermelhas na pele. Não é possível ter chikungunya mais de uma vez. Depois de infectada, a pessoa fica imune pelo resto da vida. Os sintomas iniciam entre dois e doze dias após a picada do mosquito. 
 
A proliferação do mosquito acontece através do acúmulo de água parada e limpa. Os focos muitas vezes estão em residências e terrenos particulares. O melhor caminho para a prevenção dessas doenças é identificar e eliminar possíveis focos como vasos de plantas, baldes, pneus, garrafas vazias, entre outros.
A Lemobs em parceria com o Ministério do Planejamento desenvolveu o Combate Aedes que tem por objetivo combater o mosquito Aedes Aegypti através de vistorias consolidadas que podem ser cadastradas via web e/ou por  aplicativo. No aplicativo, os servidores e agentes públicos podem cadastrar as atividades inserindo fotos e acompanhando  a incidência de focos em tempo real, já que a plataforma utiliza dados geolocalizados, o que agiliza o processo de prevenção. As ações de combate ao Aedes aegypti são diárias e devem ser registradas pelo menos uma vez por semana no Sistema Combate Aedes.Atualmente, mais de 300 órgãos públicos utilizam o nosso sistema.

Conheça o Combate Aedes: aedes.sigelu.com

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